Maio, mês das noivas, é uma excelente oportunidade para falar de casamentos. Antigamente, eram cerimônias simples, um singelo casal no altar, um coral, uma música clássica de fundo, uma bela igreja iluminada, tudo muito romântico. Hoje parece que o casamento se tornou gestão de Marketing, onde as pessoas se tornaram produtos em busca de um público alvo e desenvolvidos com foco definido, sem falar que ainda existem aqueles sonhadores, que falam que o amor entre eles será eterno e que nada os separará, o interessante é que na primeira dificuldade do casal, um já começa a ficar desmotivado e o outro perde o foco. “Agir é mais do que falar”. Não estou falando que é errado jurar amor eterno, pelo contrário, temos que trabalhar para alcançar esse AMOR ETERNO. O Amor romântico não enxerga os defeitos da outra pessoa. O Amor Real tende a enxergar todos, ou pelo menos estar convencido de que existem os defeitos e que vão se manifestar um dia. E temos que amar o outro com os defeitos que tem, isto é, amá-lo como na verdade é. E de tudo, é o mais difícil!Portanto, o período de escolha deve ser exercido com critério, e após isto, o Casamento pressupõe Comprometimento Mútuo.
Assim, esta é a primeira grande dificuldade: encontrar o parceiro certo neste mundo desvairadamente globalizado, e que ambos estejam dispostos a serem complementares e não se mantendo inflexíveis com a sua individualidade.
O Casamento é, obviamente, uma das tendências mais naturais da natureza humana. Ora, se é assim, parece difícil imaginar que, em circunstâncias normais, seja natural que o casamento fracasse. Se tantos casamentos fracassam hoje em dia, talvez seja porque as circunstâncias que cercam o matrimônio já não são normais. Ao invés de o casamento estar fracassando para o homem, não será o homem que vem fracassando em relação ao casamento?Não será que o erro, ao invés de residir no casamento, reside no homem moderno, e mais especialmente no modo como ele encara o casamento? O amor no casamento não está destinado a permanecer apenas como amor entre duas pessoas. A vocação natural é expandir-se, incluir cada vez mais elementos. O Amor conjugal está projetado para se tornar amor familiar; está destinado a crescer seja biologicamente ou não, e neste crescimento, incluir e acolher outros seres humanos, que são o fruto deste amor. Mesmo aos casais que não concebem naturalmente a expansão deste amor com agregação é recomendável.
Então o casamento não é uma instituição falida, como andam dizendo por ai, em todas as culturas e sociedades existe o casamento. Mudam ritos e formas de constituir-se, isso varia de acordo com sua religião e fé, mas a necessidade de união entre pessoas não muda. Para consolidar-se, o casal realiza cerimônias, que para ele significa a aprovação de Deus, isso faz diante dos membros da sociedade, com o intuito de formalizar a relação.
Então o que o casal busca nessa relação? Simplesmente mostrar para os outros que já casou que não faz mais parte do clube dos solteiros?Que agora tem uma esposa pra lavar, passar ou um marido para pagar suas contas? Claro que não!
A principal esperança do Homem é ser FELIZ; não é apenas ter mais velocidade, mais eficiência, mais globalização ou mesmo mais dinheiro, o que queremos é: Mais felicidade! Creio que poucos negarão que esta é a principal META do ser humano. E nós fomos feitos para a felicidade e a procuramos, necessariamente.
O nosso desafio é encontrá-la onde ela estiver e não onde queremos que esteja. A felicidade geralmente é encontrada nos lugares e nas pessoas mais simples que jamais imaginamos. E dentre todas as coisas humanas, o CASAMENTO é o que promete mais FELICIDADE, mais chances de se exercer e encontrar nele profundidade para a VIDA.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Conheça um refúgio para fugir do agito da cidade
Gravatá é um lugar perfeito para quem deseja descansar
Próxima do Recife, a apenas 85 Km de distância, a cidade possui cachoeiras, grutas, trilhas ecológicas, entre outras atrações para deixar o visitante encantado.
A cidade possui uma ótima infra-estrutura hoteleira, o Hotel Casa Grande Gravatá é o local ideal para quem busca tranqüilidade do campo, mas não abre mão do conforto e diversão, possui 06 piscinas, lago de pescas e um complexo poliesportivo.
E para quem quer curtir a cidade, os principais pontos turísticos são o Mirante do Cruzeiro, que abriga a Capela do Cristo Rei, o Mirante da Serra das Russas e o Cristo Redentor. Na cidade, é possível conhecer diversas feiras livres, além de aproveitar para comprar artesanato, em sua maioria feito de madeira. Gravatá também é conhecida pelas diversas fabriquetas de móveis rústicos instaladas no município, que vendem peças a preços de mercado. Gravatá é visitada principalmente na Semana Santa, São João e nas férias. Mas também possui outros eventos culturais e artísticos durante o resto do ano, como o Festival do Morango, o Karawatá Motocross, Rota do Forró, Circuito do Frio e o Circuito Pernambucano de Vaquejada.
Localização: BR 232- Km 82 Fone: 81-35330812
Próxima do Recife, a apenas 85 Km de distância, a cidade possui cachoeiras, grutas, trilhas ecológicas, entre outras atrações para deixar o visitante encantado.
A cidade possui uma ótima infra-estrutura hoteleira, o Hotel Casa Grande Gravatá é o local ideal para quem busca tranqüilidade do campo, mas não abre mão do conforto e diversão, possui 06 piscinas, lago de pescas e um complexo poliesportivo.
E para quem quer curtir a cidade, os principais pontos turísticos são o Mirante do Cruzeiro, que abriga a Capela do Cristo Rei, o Mirante da Serra das Russas e o Cristo Redentor. Na cidade, é possível conhecer diversas feiras livres, além de aproveitar para comprar artesanato, em sua maioria feito de madeira. Gravatá também é conhecida pelas diversas fabriquetas de móveis rústicos instaladas no município, que vendem peças a preços de mercado. Gravatá é visitada principalmente na Semana Santa, São João e nas férias. Mas também possui outros eventos culturais e artísticos durante o resto do ano, como o Festival do Morango, o Karawatá Motocross, Rota do Forró, Circuito do Frio e o Circuito Pernambucano de Vaquejada.
Localização: BR 232- Km 82 Fone: 81-35330812
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Projeto de Engenho no Museu Théo Brandão
Projeto Engenho de Folguedo acontece todas as quintas-feiras no Museu Theo Brandão, como o apoio da ASFOPAL – Associação dos Folguedos Populares de Alagoas, na presidência de Josefina Novais. Este ano é o II Encontro de Pastoris de Alagoas, onde o Museu fornece somente o local com sua infra-estrutura, mais recebe da cooperativa, não é doação e sim uma locação.
Segundo Carmem Omena – Secretária da Associação, o Museu deveria se envolver mais, já que o mesmo divulga a cultura popular, pois essas apresentações ajudam à movimentação do Museu que carrega o nome do maior divulgador do folclore alagoano, Theo Brandão. Desabafa Carmem.
A elite não gosta de cultura popular, pois ela é feita pelo homem da terra, muitos dizem que gostam porque querem ser intelectual, mais na prática é bem diferente, uma prova disso é a falta de público e de incentivo aos participantes desses determinados grupos, hoje no máximo só recebe ajuda do transporte e de um lanche que resume em um copo de refrigerante e um sanduíche(pão e queijo).
O Museu explica que a Universidade Federal que mantém o Museu, não tem dinheiro para pagar vigia e energia, sendo assim precisa de uma ajuda de custo para se manter.
“A SFOPAL, está lutando para fazer uma sede pelo menos de palha em cada região, mais nada é oficial, só se tem muitas reuniões com a prefeitura, mais no próximo ano por ser eleitoral, então quem sabe poderemos conseguir isso”. Diz Josefina Novais – Presidente da Associação.
Se não fosse pela ASOPAL, e alguns amantes da cultura popular, o folclore já tinha sido esquecido, pois é impossível mantê-lo sem dinheiro, é triste ver essa situação, mais a economia é tão grande que hoje os ensaios não são realizados com os músicos e sim com um CD - Play.
Jane Silva, uma funcionária pública da prefeitura, é um exemplo desse amor pela cultura popular, ela tira do seu salário e de doações, para manter um grupo de pastoril chamado Menino Jesus da Cambona, pois desde pequena dança e hoje ela diz ser realizada porque suas duas filhas, uma de 10 e outra 17 anos, herdaram esse mesmo apreço, ambas fazem parte do grupo.
O Museu Théo Brandão, localizado no Centro de Maceió, apresenta até o dia 06 de dezembro o II Encontro de Pastoris de Alagoas. O evento faz parte do projeto Engenhos de Folguedos, implantado em 2003 pelo folclorista Ranilson França, falecido em agosto do ano passado.Grupos de Maceió e do interior do Estado irão se apresentar durante as quatro semanas de Encontro. No dia 08, o pastoril Coração de Jesus, do bairro de Cruz das Almas e o Pastoril de Matriz, do município de Matriz de Camaragibe, abriram oficialmente o evento.As apresentações acontecem às quintas-feiras, a partir das 20 horas. A entrada é gratuita.
Segundo Carmem Omena – Secretária da Associação, o Museu deveria se envolver mais, já que o mesmo divulga a cultura popular, pois essas apresentações ajudam à movimentação do Museu que carrega o nome do maior divulgador do folclore alagoano, Theo Brandão. Desabafa Carmem.
A elite não gosta de cultura popular, pois ela é feita pelo homem da terra, muitos dizem que gostam porque querem ser intelectual, mais na prática é bem diferente, uma prova disso é a falta de público e de incentivo aos participantes desses determinados grupos, hoje no máximo só recebe ajuda do transporte e de um lanche que resume em um copo de refrigerante e um sanduíche(pão e queijo).
O Museu explica que a Universidade Federal que mantém o Museu, não tem dinheiro para pagar vigia e energia, sendo assim precisa de uma ajuda de custo para se manter.
“A SFOPAL, está lutando para fazer uma sede pelo menos de palha em cada região, mais nada é oficial, só se tem muitas reuniões com a prefeitura, mais no próximo ano por ser eleitoral, então quem sabe poderemos conseguir isso”. Diz Josefina Novais – Presidente da Associação.
Se não fosse pela ASOPAL, e alguns amantes da cultura popular, o folclore já tinha sido esquecido, pois é impossível mantê-lo sem dinheiro, é triste ver essa situação, mais a economia é tão grande que hoje os ensaios não são realizados com os músicos e sim com um CD - Play.
Jane Silva, uma funcionária pública da prefeitura, é um exemplo desse amor pela cultura popular, ela tira do seu salário e de doações, para manter um grupo de pastoril chamado Menino Jesus da Cambona, pois desde pequena dança e hoje ela diz ser realizada porque suas duas filhas, uma de 10 e outra 17 anos, herdaram esse mesmo apreço, ambas fazem parte do grupo.
O Museu Théo Brandão, localizado no Centro de Maceió, apresenta até o dia 06 de dezembro o II Encontro de Pastoris de Alagoas. O evento faz parte do projeto Engenhos de Folguedos, implantado em 2003 pelo folclorista Ranilson França, falecido em agosto do ano passado.Grupos de Maceió e do interior do Estado irão se apresentar durante as quatro semanas de Encontro. No dia 08, o pastoril Coração de Jesus, do bairro de Cruz das Almas e o Pastoril de Matriz, do município de Matriz de Camaragibe, abriram oficialmente o evento.As apresentações acontecem às quintas-feiras, a partir das 20 horas. A entrada é gratuita.
Turismo Sexual no Nordeste
As comidas típicas, as belas praias, o carnaval e os monumentos históricos não são os únicos elementos utilizados na propaganda turística sobre o Brasil. Para Maria José Bacelar Guimarães, coordenadora administrativo-financeira do Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame), a imagem da mulher brasileira associada à sensualidade também é muito freqüente nessas propagandas, o que colabora para o crescente número de visitantes que chegam ao país em busca do turismo sexual, especialmente no litoral do nordeste. Segundo alguns textos sobre o assunto a Bahia passou a se destacar na última década, como um dos pontos mais procurados na rota do turismo sexual e, por conseguinte, como um dos principais pontos do tráfico de mulheres para o exterior.
O que se deve considerar como turismo sexual?
O turismo sexual se caracteriza pelo deslocamento de homens de países ricos para países pobres ou em desenvolvimento, em busca de aventuras eróticas. Assim, é considerado turista sexual o estrangeiro vem ao Brasil com o objetivo específico de encontrar mulheres jovens ou adultas com as quais possa realizar fantasias sexuais. Mas esses homens não procuram profissionais do sexo, e sim garotas ou mulheres que os acompanhem durante sua permanência no país, não apenas atendendo sua expectativa sexual, mas servindo como guias, indicando desde pontos turísticos, até os locais mais seguros para que eles circulem sem que sejam explorados.
Desse modo, o turismo sexual em geral vem acompanhado de outras condições, o que dá ao turista uma temporada no Brasil mais barata (porque não pagam guias turísticos, por exemplo), e livre de problemas (porque se sentem mais seguros).
O turismo sexual no Brasil é realmente muito mais freqüente nas cidades litorâneas. Em parte isso se deve exatamente a uma espécie de pacote turístico que as agências de turismo divulgam e que coloca o conjunto praia, sol e mulheres brasileiras. O corpo da mulher é freqüentemente veiculado nessas propagandas, até mesmo quando estão divulgando o turismo ecológico.
Esse conjunto é a imagem do Brasil que é passada no exterior. Fica claro para o turista que aqui ele vai encontrar sol, mar, comidas exóticas e muitas mulheres à sua disposição. Pensando nas conseqüências dessas propagandas é importante que seu conteúdo seja alterado, porque até mesmo propagandas oficiais trazem esses elementos como um atrativo. É importante frisar que é possível fazer uma propaganda turística exaltando os monumentos históricos, a comida representativa da nossa cultura e a beleza natural das praias, sem utilizar o corpo da mulher, a exemplo do que vemos em propagandas turísticas da maior parte dos países europeus.
Leda Cavalcante – Turismóloga.
O que se deve considerar como turismo sexual?
O turismo sexual se caracteriza pelo deslocamento de homens de países ricos para países pobres ou em desenvolvimento, em busca de aventuras eróticas. Assim, é considerado turista sexual o estrangeiro vem ao Brasil com o objetivo específico de encontrar mulheres jovens ou adultas com as quais possa realizar fantasias sexuais. Mas esses homens não procuram profissionais do sexo, e sim garotas ou mulheres que os acompanhem durante sua permanência no país, não apenas atendendo sua expectativa sexual, mas servindo como guias, indicando desde pontos turísticos, até os locais mais seguros para que eles circulem sem que sejam explorados.
Desse modo, o turismo sexual em geral vem acompanhado de outras condições, o que dá ao turista uma temporada no Brasil mais barata (porque não pagam guias turísticos, por exemplo), e livre de problemas (porque se sentem mais seguros).
O turismo sexual no Brasil é realmente muito mais freqüente nas cidades litorâneas. Em parte isso se deve exatamente a uma espécie de pacote turístico que as agências de turismo divulgam e que coloca o conjunto praia, sol e mulheres brasileiras. O corpo da mulher é freqüentemente veiculado nessas propagandas, até mesmo quando estão divulgando o turismo ecológico.
Esse conjunto é a imagem do Brasil que é passada no exterior. Fica claro para o turista que aqui ele vai encontrar sol, mar, comidas exóticas e muitas mulheres à sua disposição. Pensando nas conseqüências dessas propagandas é importante que seu conteúdo seja alterado, porque até mesmo propagandas oficiais trazem esses elementos como um atrativo. É importante frisar que é possível fazer uma propaganda turística exaltando os monumentos históricos, a comida representativa da nossa cultura e a beleza natural das praias, sem utilizar o corpo da mulher, a exemplo do que vemos em propagandas turísticas da maior parte dos países europeus.
Leda Cavalcante – Turismóloga.
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