Projeto Engenho de Folguedo acontece todas as quintas-feiras no Museu Theo Brandão, como o apoio da ASFOPAL – Associação dos Folguedos Populares de Alagoas, na presidência de Josefina Novais. Este ano é o II Encontro de Pastoris de Alagoas, onde o Museu fornece somente o local com sua infra-estrutura, mais recebe da cooperativa, não é doação e sim uma locação.
Segundo Carmem Omena – Secretária da Associação, o Museu deveria se envolver mais, já que o mesmo divulga a cultura popular, pois essas apresentações ajudam à movimentação do Museu que carrega o nome do maior divulgador do folclore alagoano, Theo Brandão. Desabafa Carmem.
A elite não gosta de cultura popular, pois ela é feita pelo homem da terra, muitos dizem que gostam porque querem ser intelectual, mais na prática é bem diferente, uma prova disso é a falta de público e de incentivo aos participantes desses determinados grupos, hoje no máximo só recebe ajuda do transporte e de um lanche que resume em um copo de refrigerante e um sanduíche(pão e queijo).
O Museu explica que a Universidade Federal que mantém o Museu, não tem dinheiro para pagar vigia e energia, sendo assim precisa de uma ajuda de custo para se manter.
“A SFOPAL, está lutando para fazer uma sede pelo menos de palha em cada região, mais nada é oficial, só se tem muitas reuniões com a prefeitura, mais no próximo ano por ser eleitoral, então quem sabe poderemos conseguir isso”. Diz Josefina Novais – Presidente da Associação.
Se não fosse pela ASOPAL, e alguns amantes da cultura popular, o folclore já tinha sido esquecido, pois é impossível mantê-lo sem dinheiro, é triste ver essa situação, mais a economia é tão grande que hoje os ensaios não são realizados com os músicos e sim com um CD - Play.
Jane Silva, uma funcionária pública da prefeitura, é um exemplo desse amor pela cultura popular, ela tira do seu salário e de doações, para manter um grupo de pastoril chamado Menino Jesus da Cambona, pois desde pequena dança e hoje ela diz ser realizada porque suas duas filhas, uma de 10 e outra 17 anos, herdaram esse mesmo apreço, ambas fazem parte do grupo.
O Museu Théo Brandão, localizado no Centro de Maceió, apresenta até o dia 06 de dezembro o II Encontro de Pastoris de Alagoas. O evento faz parte do projeto Engenhos de Folguedos, implantado em 2003 pelo folclorista Ranilson França, falecido em agosto do ano passado.Grupos de Maceió e do interior do Estado irão se apresentar durante as quatro semanas de Encontro. No dia 08, o pastoril Coração de Jesus, do bairro de Cruz das Almas e o Pastoril de Matriz, do município de Matriz de Camaragibe, abriram oficialmente o evento.As apresentações acontecem às quintas-feiras, a partir das 20 horas. A entrada é gratuita.
Segundo Carmem Omena – Secretária da Associação, o Museu deveria se envolver mais, já que o mesmo divulga a cultura popular, pois essas apresentações ajudam à movimentação do Museu que carrega o nome do maior divulgador do folclore alagoano, Theo Brandão. Desabafa Carmem.
A elite não gosta de cultura popular, pois ela é feita pelo homem da terra, muitos dizem que gostam porque querem ser intelectual, mais na prática é bem diferente, uma prova disso é a falta de público e de incentivo aos participantes desses determinados grupos, hoje no máximo só recebe ajuda do transporte e de um lanche que resume em um copo de refrigerante e um sanduíche(pão e queijo).
O Museu explica que a Universidade Federal que mantém o Museu, não tem dinheiro para pagar vigia e energia, sendo assim precisa de uma ajuda de custo para se manter.
“A SFOPAL, está lutando para fazer uma sede pelo menos de palha em cada região, mais nada é oficial, só se tem muitas reuniões com a prefeitura, mais no próximo ano por ser eleitoral, então quem sabe poderemos conseguir isso”. Diz Josefina Novais – Presidente da Associação.
Se não fosse pela ASOPAL, e alguns amantes da cultura popular, o folclore já tinha sido esquecido, pois é impossível mantê-lo sem dinheiro, é triste ver essa situação, mais a economia é tão grande que hoje os ensaios não são realizados com os músicos e sim com um CD - Play.
Jane Silva, uma funcionária pública da prefeitura, é um exemplo desse amor pela cultura popular, ela tira do seu salário e de doações, para manter um grupo de pastoril chamado Menino Jesus da Cambona, pois desde pequena dança e hoje ela diz ser realizada porque suas duas filhas, uma de 10 e outra 17 anos, herdaram esse mesmo apreço, ambas fazem parte do grupo.
O Museu Théo Brandão, localizado no Centro de Maceió, apresenta até o dia 06 de dezembro o II Encontro de Pastoris de Alagoas. O evento faz parte do projeto Engenhos de Folguedos, implantado em 2003 pelo folclorista Ranilson França, falecido em agosto do ano passado.Grupos de Maceió e do interior do Estado irão se apresentar durante as quatro semanas de Encontro. No dia 08, o pastoril Coração de Jesus, do bairro de Cruz das Almas e o Pastoril de Matriz, do município de Matriz de Camaragibe, abriram oficialmente o evento.As apresentações acontecem às quintas-feiras, a partir das 20 horas. A entrada é gratuita.
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