segunda-feira, 28 de abril de 2008

Conheça um refúgio para fugir do agito da cidade

Gravatá é um lugar perfeito para quem deseja descansar
Próxima do Recife, a apenas 85 Km de distância, a cidade possui cachoeiras, grutas, trilhas ecológicas, entre outras atrações para deixar o visitante encantado.
A cidade possui uma ótima infra-estrutura hoteleira, o Hotel Casa Grande Gravatá é o local ideal para quem busca tranqüilidade do campo, mas não abre mão do conforto e diversão, possui 06 piscinas, lago de pescas e um complexo poliesportivo.
E para quem quer curtir a cidade, os principais pontos turísticos são o Mirante do Cruzeiro, que abriga a Capela do Cristo Rei, o Mirante da Serra das Russas e o Cristo Redentor. Na cidade, é possível conhecer diversas feiras livres, além de aproveitar para comprar artesanato, em sua maioria feito de madeira. Gravatá também é conhecida pelas diversas fabriquetas de móveis rústicos instaladas no município, que vendem peças a preços de mercado. Gravatá é visitada principalmente na Semana Santa, São João e nas férias. Mas também possui outros eventos culturais e artísticos durante o resto do ano, como o Festival do Morango, o Karawatá Motocross, Rota do Forró, Circuito do Frio e o Circuito Pernambucano de Vaquejada.

Localização: BR 232- Km 82 Fone: 81-35330812

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Projeto de Engenho no Museu Théo Brandão

Projeto Engenho de Folguedo acontece todas as quintas-feiras no Museu Theo Brandão, como o apoio da ASFOPAL – Associação dos Folguedos Populares de Alagoas, na presidência de Josefina Novais. Este ano é o II Encontro de Pastoris de Alagoas, onde o Museu fornece somente o local com sua infra-estrutura, mais recebe da cooperativa, não é doação e sim uma locação.
Segundo Carmem Omena – Secretária da Associação, o Museu deveria se envolver mais, já que o mesmo divulga a cultura popular, pois essas apresentações ajudam à movimentação do Museu que carrega o nome do maior divulgador do folclore alagoano, Theo Brandão. Desabafa Carmem.
A elite não gosta de cultura popular, pois ela é feita pelo homem da terra, muitos dizem que gostam porque querem ser intelectual, mais na prática é bem diferente, uma prova disso é a falta de público e de incentivo aos participantes desses determinados grupos, hoje no máximo só recebe ajuda do transporte e de um lanche que resume em um copo de refrigerante e um sanduíche(pão e queijo).
O Museu explica que a Universidade Federal que mantém o Museu, não tem dinheiro para pagar vigia e energia, sendo assim precisa de uma ajuda de custo para se manter.
“A SFOPAL, está lutando para fazer uma sede pelo menos de palha em cada região, mais nada é oficial, só se tem muitas reuniões com a prefeitura, mais no próximo ano por ser eleitoral, então quem sabe poderemos conseguir isso”. Diz Josefina Novais – Presidente da Associação.
Se não fosse pela ASOPAL, e alguns amantes da cultura popular, o folclore já tinha sido esquecido, pois é impossível mantê-lo sem dinheiro, é triste ver essa situação, mais a economia é tão grande que hoje os ensaios não são realizados com os músicos e sim com um CD - Play.
Jane Silva, uma funcionária pública da prefeitura, é um exemplo desse amor pela cultura popular, ela tira do seu salário e de doações, para manter um grupo de pastoril chamado Menino Jesus da Cambona, pois desde pequena dança e hoje ela diz ser realizada porque suas duas filhas, uma de 10 e outra 17 anos, herdaram esse mesmo apreço, ambas fazem parte do grupo.



O Museu Théo Brandão, localizado no Centro de Maceió, apresenta até o dia 06 de dezembro o II Encontro de Pastoris de Alagoas. O evento faz parte do projeto Engenhos de Folguedos, implantado em 2003 pelo folclorista Ranilson França, falecido em agosto do ano passado.Grupos de Maceió e do interior do Estado irão se apresentar durante as quatro semanas de Encontro. No dia 08, o pastoril Coração de Jesus, do bairro de Cruz das Almas e o Pastoril de Matriz, do município de Matriz de Camaragibe, abriram oficialmente o evento.As apresentações acontecem às quintas-feiras, a partir das 20 horas. A entrada é gratuita.

Turismo Sexual no Nordeste

As comidas típicas, as belas praias, o carnaval e os monumentos históricos não são os únicos elementos utilizados na propaganda turística sobre o Brasil. Para Maria José Bacelar Guimarães, coordenadora administrativo-financeira do Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame), a imagem da mulher brasileira associada à sensualidade também é muito freqüente nessas propagandas, o que colabora para o crescente número de visitantes que chegam ao país em busca do turismo sexual, especialmente no litoral do nordeste. Segundo alguns textos sobre o assunto a Bahia passou a se destacar na última década, como um dos pontos mais procurados na rota do turismo sexual e, por conseguinte, como um dos principais pontos do tráfico de mulheres para o exterior.
O que se deve considerar como turismo sexual?
O turismo sexual se caracteriza pelo deslocamento de homens de países ricos para países pobres ou em desenvolvimento, em busca de aventuras eróticas. Assim, é considerado turista sexual o estrangeiro vem ao Brasil com o objetivo específico de encontrar mulheres jovens ou adultas com as quais possa realizar fantasias sexuais. Mas esses homens não procuram profissionais do sexo, e sim garotas ou mulheres que os acompanhem durante sua permanência no país, não apenas atendendo sua expectativa sexual, mas servindo como guias, indicando desde pontos turísticos, até os locais mais seguros para que eles circulem sem que sejam explorados.
Desse modo, o turismo sexual em geral vem acompanhado de outras condições, o que dá ao turista uma temporada no Brasil mais barata (porque não pagam guias turísticos, por exemplo), e livre de problemas (porque se sentem mais seguros).
O turismo sexual no Brasil é realmente muito mais freqüente nas cidades litorâneas. Em parte isso se deve exatamente a uma espécie de pacote turístico que as agências de turismo divulgam e que coloca o conjunto praia, sol e mulheres brasileiras. O corpo da mulher é freqüentemente veiculado nessas propagandas, até mesmo quando estão divulgando o turismo ecológico.
Esse conjunto é a imagem do Brasil que é passada no exterior. Fica claro para o turista que aqui ele vai encontrar sol, mar, comidas exóticas e muitas mulheres à sua disposição. Pensando nas conseqüências dessas propagandas é importante que seu conteúdo seja alterado, porque até mesmo propagandas oficiais trazem esses elementos como um atrativo. É importante frisar que é possível fazer uma propaganda turística exaltando os monumentos históricos, a comida representativa da nossa cultura e a beleza natural das praias, sem utilizar o corpo da mulher, a exemplo do que vemos em propagandas turísticas da maior parte dos países europeus.

Leda Cavalcante – Turismóloga.